TENHO VANTAGENS EM REGISTRAR MEU MELIPONÁRIO?Pessoal eu estava aqui pensando, num papo que tive com um colega meliponicultor. Eu estava adquirindo alguns enxames dele e o mesmo disse que precisava se apressar com essa venda, pois ele iria cadastrar esses enxames no meliponário que era registrado no estado de Goiás (cada estado tem sua regra), sendo assim o mesmo disse que estava sujeito a fiscalização repentina. Eu perguntei a ele: - Qual é a vantagem de ter o meliponário registrado?Ele respondeu: - Nenhuma!Se as abelahs fossem jogadas no estoque do registro do estado, elas só podem ser comercializadas para outros meliponários registrados, além do que é claro... só podem ser vendidas com nota fiscal e o parasita do Estado morde um pedaço!Todos sabemos que criar ASF faz parte da nossa cultura, desde os povos indigenas, comunidades quilombolas e ribeirinhas e também por último tomaram conta dos centros urbanos. Mais do que um hobie, um passatempo, prestamos um serviço para a humanidade. Como se não bastasse o estado vem e diz: Eu quero um pedaço disso pra mim! Parasita! De acordo com pesquisas mais de 95% dos meliponicultores gastam dinheiro com as ASF e não ganham. Na minha humilde opinião deveríamos receber dinheiro por esse serviço prestado para a humanidade! É só o que eu acho! E você qual sua opinião?
Vejo que o povo tem aversão a responder perguntas de viés político aqui mas... Concordo 100% com vc... Se o estado sufocar esse ramo... A tendência é haver abandono coletivo de criadores... Ou isso ou a simples rejeição às leis...
🌼 10 Plantas que Produzem Flores para Abelhas Sem Ferrão 🌼As abelhas sem ferrão são essenciais para a polinização e para a manutenção da biodiversidade. Elas buscam néctar e pólen de flores diversas, por isso cultivar plantas que floresçam regularmente ajudará a atraí-las e a fortalecer o ecossistema local. A seguir, apresentamos 10 plantas que poderão fornecer alimento e abrigo para essas abelhas:Hibisco (Hibiscus rosa-sinensis) – Flores grandes e coloridas, ricas em néctar.Alecrim (Rosmarinus officinalis) – Flores pequenas, mas muito atrativas para abelhas.Manjericão (Ocimum basilicum) – Flores delicadas que produzem pólen e néctar.Jasmim-manga (Plumeria spp.) – Flores perfumadas e abundantes.Maracujá (Passiflora edulis) – Flores vistosas e fontes de alimento contínuo.Lantana (Lantana camara) – Flores pequenas e agrupadas que atraem várias abelhas.Ipê-amarelo (Handroanthus spp.) – Flores de cores vibrantes e muito néctar.Lavanda (Lavandula spp.) – Flores aromáticas e ricas em néctar.Camomila (Matricaria chamomilla) – Flores delicadas, fonte de pólen para abelhas.Erva-doce (Foeniculum vulgare) – Flores pequenas e perfumadas que atraem polinizadores.🌿 Dica: Manter variedade de flores e diferentes períodos de floração ajudará as abelhas sem ferrão a terem alimento durante todo o ano. Plantas nativas também poderão ser ainda mais atrativas para elas.
Sei não essas ai de fato até podem produzir mas depois quando puder faz uma lista com as melhores com floradas mais fortes e mais longas durante o ano.
Café arábica produz mais com ajuda da abelha mandaguariPesquisa aponta que a presença da abelha mandaguari pode elevar em até 67% a produção de café arábica, reforçando a importância da polinização natural nas lavourasAumento na produção de frutos em ramos localizados próximos às colônias reforça a eficiência da mandaguari como polinizadora do caféUm estudo conduzido pela Embrapa Meio Ambiente (SP) e instituições parceiras mostra que o manejo de abelhas nativas sem ferrão pode elevar em até 67% a produção de frutos do café arábica. Publicada na revista científica Frontiers in Bee Science, a pesquisa destaca o potencial da polinização manejada como estratégia para aumentar a produtividade e fortalecer a sustentabilidade da cafeicultura.O trabalho avaliou o efeito da polinização suplementar realizada por Scaptotrigona depilis, conhecida como abelha mandaguari. Espécie social do grupo dos meliponíneos, ela ocorre em diferentes regiões do Brasil. O aumento de até 67% na produção de frutos em ramos localizados próximos às colônias reforça a eficiência da mandaguari como polinizadora do café, inclusive em cultivares autocompatíveis, isto é, variedades capazes de se autopolinizar.Para medir esse efeito, os pesquisadores instalaram colônias em fazendas convencionais, na densidade aproximada de dez colônias por hectare, antes do início da florada. A produção foi comparada entre ramos próximos às colônias e ramos mais distantes, o que permitiu associar o ganho de rendimento à atividade das abelhas.Pesquisas que se complementamOs resultados que mostram o aumento na produção de café arábica com a abelha mandaguari inserem-se em uma linha mais ampla de pesquisa sobre a relação entre café e polinizadores no Brasil, iniciada em 2021 em lavouras comerciais de São Paulo e Minas Gerais, em condições reais de campo. Os dados corroboram estudo anterior, que estimou ganho potencial de R$ 22 bilhões por ano com a polinização.Esses trabalhos complementares integram um esforço conjunto entre instituições científicas e empresas públicas para enfrentar desafios da cafeicultura, como o manejo fitossanitário, a conservação da biodiversidade e o aumento da produtividade e da qualidade dos grãos.DiferencialO estudo com a mandaguari traz, como diferencial, dados inéditos sobre a interação entre insumos químicos e polinizadores nativos em ambientes controlados, com efeitos diretos na produção. Para os pesquisadores, os resultados são iniciais e indicam que o potencial dos polinizadores na cafeicultura nacional pode ser ainda maior.A rede de colaboração científica nacional e internacional por trás do estudo é formada pela Embrapa Meio Ambiente, Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq/USP), Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), Natural England e Eurofins Agroscience Services. A pesquisa contou ainda com apoio e fomento da Syngenta.Saúde das colôniasAlém do efeito sobre a produtividade, os pesquisadores investigaram se o uso de inseticidas neonicotinoides poderia afetar a saúde das colônias. O foco foi o tiametoxam, utilizado em safras anteriores em áreas convencionais. Durante o acompanhamento, os pesquisadores monitoraram indicadores como produção de cria, mortalidade de crias e atividade de coleta de alimentos e materiais usados na construção das estruturas internas de seus ninhos. As avaliações ocorreram em diferentes momentos: uma semana antes da florada; uma semana logo depois da florada; e cerca de 45, 75 e 105 dias após retirada do talhão de café.A equipe também mediu resíduos do inseticida e de seu metabólito, a clotianidina, em materiais coletados em campo, como folhas de café, néctar e pólen. A detecção confirmou que o uso de neonicotinoides deixou resíduos nos recursos florais acessíveis aos polinizadores.Apesar disso, não foram observados impactos estatisticamente significativos sobre os parâmetros avaliados nas colônias. Indicadores como produção e mortalidade de crias não apresentaram diferenças relevantes entre colônias instaladas em áreas convencionais e aquelas mantidas em propriedades orgânicas após o período de exposição. A atividade de coleta mostrou variações iniciais entre os sistemas, mas essas diferenças diminuíram ao longo do monitoramento.Estudo aponta compatibilidade entre polinização e manejo fitossanitárioOs autores destacam duas implicações centrais para a cafeicultura. A primeira é que abelhas sem ferrão podem atuar como polinizadoras eficazes do café arábica, com potencial para elevar a produtividade mesmo em cultivares autocompatíveis — variedades capazes de se fecundar pelo próprio pólen —, sem depender obrigatoriamente de outra cultivar compatível.A segunda é que, nas condições avaliadas, o uso de defensivos dentro das recomendações técnicas não gerou danos mensuráveis às colônias, indicando que é possível conciliar a proteção das lavouras com a preservação dos polinizadores.Conforme a primeira autora do estudo, a bióloga Jenifer Ramos, que atuou como bolsista de estímulo à inovação na Embrapa Meio Ambiente, os resultados reforçam a importância de integrar biodiversidade e produção agrícola. “O estudo demonstra que o uso de abelhas nativas manejadas pode gerar ganhos expressivos de produtividade, ao mesmo tempo em que contribui para a conservação dos polinizadores e para o fortalecimento de sistemas agrícolas mais sustentáveis. Trata-se de uma solução baseada na natureza com grande potencial de aplicação na cafeicultura brasileira”, afirma.Para o pesquisador da Embrapa Meio Ambiente Cristiano Menezes, coordenador do trabalho, a pesquisa amplia o entendimento sobre como conciliar a proteção das lavouras com a conservação dos polinizadores. “A pesquisa traz evidências importantes de que é possível conciliar o manejo fitossanitário com a manutenção da saúde das colônias de abelhas, desde que sejam seguidas as recomendações técnicas. Isso contribui para o desenvolvimento de estratégias integradas que aumentam a produtividade agrícola e promovem a sustentabilidade no campo”, explica.Produtividade ganha relevância diante da pressão da demanda e do climaO avanço da produtividade cafeeira ocorre em um momento de pressão sobre o mercado global. Dados da Organização Internacional do Café mostram que a produção mundial no ciclo 2023/24 foi estimada em 178 milhões de sacas de 60 quilos, enquanto o consumo alcançou 177 milhões. A margem estreita entre oferta e demanda mantém o setor vulnerável a oscilações climáticas e quebras de safra nas principais regiões produtoras. Para 2024/25, a estimativa global foi revisada para cerca de 176,2 milhões de sacas, mantendo o cenário de mercado apertado. Agora, as atenções se voltam para a safra 2025/26 e para o desempenho da colheita brasileira, considerada decisiva para o equilíbrio do abastecimento mundial.O consumo global de café também segue em expansão, com crescimento próximo de 2% ao ano, impulsionado tanto pela abertura de novos mercados quanto pela consolidação da bebida em países tradicionalmente importadores. Esse movimento amplia a pressão por sistemas produtivos mais resilientes e eficientes, capazes de elevar a oferta sem avançar sobre novas áreas de cultivo.Ao mesmo tempo, os efeitos do clima extremo já pesam sobre a cafeicultura global. Relatório da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) aponta que condições climáticas adversas em importantes países produtores contribuíram para a alta dos preços internacionais do café em 2024. Entre os fatores citados estão o tempo seco e quente no Brasil, a estiagem prolongada no Vietnã e o excesso de chuvas na Indonésia. Na média, os preços globais subiram 38,8% no ano.Diante desse quadro, estratégias capazes de elevar a produtividade sem exigir ampliação de novas áreas ganham peso econômico e ambiental. O uso de polinizadores manejados, como sugere o estudo, desponta como uma alternativa para reforçar a oferta e aumentar a resiliência da cafeicultura frente às oscilações do clima.
Sabia que na Manduri Carioca (M. Marginata) é possível ter indivíduos amarela e pretos na mesma colônia?
Uma obra dessas só Deus mesmo pra fazer isso! Só Deus!
Em são paulo mais precisamente na região de grande SP tem delas na natureza todas amarelas e misturadas. Será se é a mesma carioca ocorrendo lá de forma natural?
Alguem sabe em média quantos dias demora para eclosão dos ovos da Euglossa ?
Creio que em torno de 42 dias, mas não tenho certeza absoluta!A maioria das espécies são +-42 dias...
Estão a venda essa pequena familia? ou sabe quem vende delas?
Rapaz... que foto bonita!
Média geral pra abelha é 45 dias
🌱 Receita de Xarope para Abelhas sem Ferrão 🐝 Ingredientes:1 litro de água filtrada ou fervida1 kg de açúcar cristal ou refinado (não usar mascavo ou melado, pois fermentam facilmente)1 colher (sopa) de limão ou vinagre de maçã (opcional, ajuda a evitar cristalização e fermentação)Modo de preparo:Ferva a água e desligue o fogo.Acrescente o açúcar aos poucos, mexendo até dissolver completamente.Deixe esfriar até atingir temperatura ambiente.Se quiser, adicione o suco de limão ou algumas gotas de vinagre.Armazene em garrafas limpas e bem vedadas.Como oferecer às abelhas:Coloque o xarope em alimentadores próprios para meliponicultura ou em potes plásticos pequenos dentro da caixa.Forneça pequenas quantidades de cada vez, para evitar fermentação e atrair formigas.Use apenas em épocas de escassez de flores (inverno, seca ou chuvas excessivas).⚠️ Importante:Nunca usar mel de origem desconhecida (risco de doenças e contaminação). O xarope é apenas suplemento emergencial, não substitui o pólen e o néctar naturais.
Show de bola! para pequenos meliponários pode-se apenas chacoalhar em um recipiente sem necessariamente aquecer. O xarope usado de forma estratégica faz a diferença.
Uso açúcar VHP, mas tem que alimentar de noite, se alimentar no sol fermenta mesmo, no inverno é tranquilo.o VHP é top d+ heim...Não faço a quebra com limão, deixo o processo com elas para estimular a coleta e usar as enzimas.
Um dia com as abelhas: atividade do Centro de Educação Ambiental Mata Paludosa mobiliza estudantes.Centro de Educação Ambiental Mata Paludosa (CEA) realizou uma importante atividade formativa no Refúgio da Vida Silvestre (REVIS) do local, como parte do projeto "Abelha: Colmeia da Vida Silvestre - Preservação das Abelhas da Mata Paludosa de Vitória".Coordenada pela educadora ambiental Osnéia Péccoli, junto à equipe do CEA, a atividade contou com a participação de 16 estudantes do 6º ao 9º ano da disciplina eletiva sobre abelhas sem ferrão da Emef Edna de Mattos Siqueira Gaudio.Foram 4 momentos pedagógicos integrados: 1. Interpretação ambiental no REVIS; 2. Vivenciar o circuito sensorial ambiental; 3. Vivências no meliponário de abelhas sem ferrão; 4. Jogo da memória das abelhas sem ferrão. Cada etapa foi planejada para fortalecer o vínculo dos estudantes com o território, ampliando o entendimento sobre a importância ecológica das abelhas sem ferrão e da Mata Paludosa.No primeiro momento, os alunos farão a interpretação do REVIS, conhecendo a história, o ecossistema de restinga e a relevância dessa unidade de conservação para a biodiversidade urbana. Em seguida, no circuito sensorial ambiental, os estudantes vivenciarão diferentes estímulos que convidam ao contato profundo com a natureza, ampliando a percepção ambiental.No terceiro momento, as atividades seguirão para o meliponário educativo, onde os jovens conhecerão espécies de abelhas sem ferrão, suas colônias e seus papéis fundamentais na polinização e no equilíbrio ambiental. Para encerrar, o jogo da memória das abelhas sem ferrão estimulará o aprendizado de forma lúdica, reforçando informações sobre comportamento, diversidade e preservação desses insetos essenciais.De acordo com a educadora Osnéia Péccoli, atividades dessa natureza reforçam a potência da educação ambiental crítica: "Ao vivenciar o território, os estudantes ampliam seu compromisso com a preservação das abelhas e compreendem a importância da Mata Paludosa para o equilíbrio ambiental de Vitória."A ação integra as iniciativas contínuas da Gerência de Educação Ambiental em promover práticas educativas que aproximam escolas, comunidade e o REVIS, fortalecendo a formação de cidadãos conscientes e engajados na proteção da vida e da biodiversidade.
show de bola maravilha! é desde cedo q se começa
Mandaçaia
Se vc teve a procura desta abelha Mandaçaia eu tenho disponível011**7938982E só mi chama no zap
Essa área é utilizada para perguntas e respostas, manejos, identificação de espécies.Para adicionar espécies para venda é preciso ir em Menu > Minhas Abelhas e adicionar as espécies com seus respectivos valores. Contatos não aparecem aqui.Qualquer dúvida tem um Grupo no Whatsapp para auxiliar, só clicar em Menu > Suporte Tecnico.
O Peru é o primeiro país a reconhecer as abelhas nativas da amazônia como sujeito de direitos, é a primeira vez que um inseto entra na lista.Abelhas sem ferrão...
Pessoal qual modelo de sugador de mel vocês usam ai no meliponário de voc~es?
O pessoal geralmente faz caseiro...
Porque não consigo colocar minhas fotos de colmeias
Aqui está tudo normal, para falar com o suporte você pode clicar em Menu > Suporte Técnico, vai abrir um grupo do whatsapp, lá você pode enviar o eu problema e te responderão.
Você sabe identificar?Qual Mandaçaia é essa: MQQ ou MQA
Parece ser MQQ, listra contínua...
Pela população tb na média mqq é mais populosa e mais produtiva em volume.
Bom dia pessoal!Como diferenciar Melipona Mondury da Melipona Rufiventris?
Praticamente o jeito mais correto mesmo é por estudo genético de dna. é o unico confiável. Ou você ter certeza da região de origem também pode ser uma saída.Pelo mofotipo também dá mais é muito detalhe pra identificar a diferença. Procure pelo projeto rufis na internet que tem detalhes sobre isso.
A forma mais fácil de diferenciar as duas foi através da observação da pelagem da tíbia. A Melipona Mondury tem os pelos da tíbia castanho claro enquanto que a Melipona Rufiventris tem pelos da tíbia mais escuros quase pretos.Crédito: Meliponário Enseada.
Cientistas descobrem abelhas ancestrais que viviam dentro de ossos em caverna no CaribeUsando tomografias computadorizadas de microfoco nos ossos dos hospedeiros, os cientistas descobriram o uso da cavidade pelas abelhas, que durou muitas gerações
Mundo das abelhas cada dia dá uma surpresa nova para nós! é tremendo!
Linda abelha Mirim Guaçu.
Como você sabe que é mirim Guaçu?
Alguém sabe as diferenças de Tubuna para Mandaguari?Cores?Listras?Cheiros?Diferença entre os pitos?E comportamento?
Mandaguari tem cheiro de côco quando aperta uma abelha.Tubuna tem pito mais perfeito em formato de corneta, bem perfeitinho em geral.Tubuna 1 listra descontinua Mandaguari 3-4 listras amarelas.
Pessoal como vocês estão lidando com a legislação especifica de ASF no estado de vocês?No meu estado os criadores que legalizaram o meliponário disseram que estão completamente desamparados e tolidos pelo estado. Relatem não encontrar nenhuma vantagem e sim várias desvantagens após a legalização do meliponário.
Existe uma ligação estranha entre abelhas e dinheiro!Em 2022, a Royal Australian Mint emitiu uma moeda de $ 2 decorada com abelhas. Cerca de 2.400 anos antes, uma casa da moeda no reino da Macedônia teve a mesma ideia, criando uma moeda obol de prata com uma abelha estampada em um dos lados.Ao longo dos séculos entre esses dois eventos, a moeda demonstrando uma ligação simbólica entre mel e dinheiro é surpreendentemente comum.Em um estudo recente na Australian Coin Review, eu traço a abelha através da história numismática – e sugiro uma razão científica pela qual nossos cérebros podem naturalmente traçar uma conexão entre os insetos melíferos e a ideia abstrata de valor.O que é moeda e por que é importante?O dinheiro é uma reserva de valor e pode atuar como meio de troca de bens ou serviços. A moeda é uma manifestação física do dinheiro, portanto, as moedas são uma representação durável de valor.As moedas tiveram um papel central em muitas comunidades para permitir o comércio eficiente desde os tempos antigos. Sua durabilidade as torna importantes cápsulas do tempo.A antiga Malta era famosa por seu mel. A moderna moeda de 3 Mils ( 1972-81 ) celebra esta história com imagens de uma abelha e um favo de mel. De acordo com o cartão de informações emitido com o conjunto de moedas:Uma abelha e um favo de mel são mostrados na moeda de 3 Mils, simbolizando o fato de que o mel era usado como moeda na Antiga Malta.Na Grécia antiga, as abelhas foram usadas em algumas das primeiras moedas feitas na Europa. Uma moeda obol grega de prata cunhada na Macedônia entre 412 aC e 350 aC, agora alojada no Museu Britânico, mostra uma abelha em um lado da moeda.As abelhas também aparecem em moedas cunhadas em outras partes do mundo grego antigo, como uma moeda de bronze cunhada em Éfeso, datada entre 202 aC e 133 aC.O uso de abelhas em moedas antigas estendeu-se por muitos séculos, incluindo moedas de bronze amplamente divulgadas, e novas variedades continuam a ser descobertas.Por que podemos gostar de abelhas em moedasPor que as abelhas aparecem com tanta frequência em moedas? Uma abordagem para essa questão vem do campo da neuroestética, que busca entender nossos gostos por meio da compreensão dos processos cerebrais básicos que sustentam a apreciação estética.A partir dessa perspectiva, parece provável que o sabor doce do mel – que indica a grande quantidade de açúcar que ele fornece – promova atividade neural positiva associada às abelhas e ao mel.De fato, a primatologista Jane Goodall uma vez propôs que a obtenção de nutrição de alto teor calórico do mel de abelha pode ter sido um passo importante no desenvolvimento cognitivo dos primatas.Nosso cérebro pode, portanto, estar pré-adaptado a gostar de abelhas devido à sua associação com o sabor doce do mel. O uso inicial de abelhas em moedas pode ter sido uma ilustração funcional da ligação entre um valor conhecido (mel) e uma nova forma de moeda: moedas como dinheiro.A abelha em moedas modernasO uso de abelhas como um recurso de design persistiu desde a antiguidade até os tempos modernos. Uma abelha visitando uma flor é mostrada em uma série de moedas de bronze de dez centésimos emitidas na Itália de 1919 a 1937.(Como um aparte, o último estoque mundial de abelhas italianas puras é encontrado na Austrália, na Ilha Kangaroo, que foi declarada um santuário para as abelhas da Ligúria por um ato do parlamento em 1885.)Mais recentemente, uma moeda de 20 seniti da nação de Tonga, no Pacífico, mostra 20 abelhas voando para fora de uma colmeia. Esta moeda fazia parte de uma série iniciada pela Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação para promover o desenvolvimento agrícola e cultural sustentável em todo o mundo.As abelhas são relevantes aqui porque seus esforços de polinização contribuem com cerca de um terço dos alimentos necessários para alimentar o mundo, com um valor superior a US$ 200 bilhões por ano, e estão ameaçadas pelas mudanças climáticas e outros fatores ambientais.Abelhas em moedas, hoje e amanhãA conscientização pública sobre as abelhas e a sustentabilidade ambiental podem muito bem ser fatores no atual interesse pelas moedas de abelhas. A diversidade de países que usam abelhas como um recurso de design ao longo de toda a história das moedas sugere que as pessoas valorizam o relacionamento com as abelhas como essencial para nossa própria prosperidade há muito tempo.Na Austrália, a moeda de $ 2 da abelha de 2022 faz parte de uma série desenvolvida pela Royal Australian Mint. Em 2019, a Perth Mint na Austrália Ocidental também lançou moedas e selos comemorando as abelhas nativas.Apesar do declínio do dinheiro, as moedas de abelhas ainda parecem estar fortes. Os companheiros agitados da sociedade humana provavelmente serão um assunto importante para o design de moedas enquanto as moedas continuarem a ser usadas.Adrian Dyer , Professor Associado, Monash University
Muito interessante
Rapaz eu acho que eu vou ler e reler isso varias vezes... tem informação importante ai!
Pessoal qual foi a máxima produção de mel que vocês já extrairam de uma ASF, por Safra? Digam a experiência de vocês.
ⓘ Conteúdo Excluído pelo Autor.
Por colemeia eu colho em torno de 1 litro por ano.
Pessoal ta bem fraco pra responder por aqui viu...
Como você conhece essa Abelha?Aqui chamamos de Uruçu Amarela.
Bugia...
Conheço por Bugia
Bugia, melipona mondory, uma das melhores abelhas para se criar, muito fáceis de se fazer multiplicações (por módulo), tranquilas e muito produtoras de mel.As minha prediletas
Bugiona! Para mim uma das melhores abelhas!
Essa espécie é melipona mondury ou melipona rufiventris?Qual uruçu amarela é essa?
Pergunta difícil essa hein. Ao que tudo indica parece que as coisas vão mudar. Essas uruçus vão ser chamadas apenas de amarelas, independente de espeécie, porém divididas em morfotipos, que são pequenas variações de cores, pilosidades etc.Isso pelo menos é o que está indicando o projeto rufis que fez estudos profundos dessas espécies. Para compreender isso melhor só estudando o projeto rufis mesmo, já tem umas prévias dos estudos publicadas.
Pessoal como vocês acham que a meliponicultura vai se posicionar nos próximos anos? Digo 5-10 anos...Será se vamos continuar sendo um grupo grande de hobistas?Será se as legislações estaduais vão continuar a cada dia demonizando nosso árduo trabalho e teremos um alto nível de desistência da atividade?Ou quem sabe evoluiremos para meliponicultories altamente profissionais com produtos nichados em bem estar saude e alimentos funcionais?Enfim, qual é a sua opinião?
Tudo isso depende muito da política, o povo tem que votar em quem apoia trabalho, liberdade para empreender.A Meliponicultura só não cresce mais por causa de algumas legislações de alguns estados.Muitas escolas já estão interessadas em usar as abelhas nativas para ensinar seus alunos, sabemos que há até tratamentos para doenças crônicas utilizando abelhas, não creio que a atividade irá diminuir, tem aumentado cada vez mais.Acho que agora no final de 2026 teremos uma luz de que rumo irá tomar a meliponicultura como o resto do Brasil.
O mel da abelha Jataí é considerado um dos mais nobres entre as abelhas nativas sem ferrão e apresenta vários benefícios:Ação medicinal: tradicionalmente usado contra gripes, resfriados, inflamações e irritações na garganta.Uso ocular: em pequenas doses, é aplicado para aliviar conjuntivite e irritações nos olhos (sempre com orientação adequada).Propriedades antibacterianas e antioxidantes: ajuda no fortalecimento do sistema imunológico.Alimento nutritivo: contém vitaminas, minerais e compostos bioativos benéficos para a saúde.Sabor diferenciado: tem gosto mais ácido e suave, sendo muito apreciado na culinária.
Gostoso d+
Mel de sabor único... tem gente que bate 2 kg por ano com ela a depender da safra.
Gostaria de comprar a mandaçaia.
Amigo, clica no menu> mapa de espécies > pesquise por mqq ou mqa que vc encontra!Para falar com os produtores nem precisa se cadastrar, só clicar no WhatsApp deles!
chama... 62 981**5550
Alguém pode confirmar se é abelha da acerola (Centris ou Epicharis) ?
🐝 Meliponicultores do estado de SP têm até o dia 31 de julho para a regularização da atividade, agora por meio de um sistema online. A autorização deve ser obtida pelo Sistema Integrado de Gestão da Fauna Silvestre (Gefau), com base em informações autodeclaradas. Além disso, também é preciso fazer um cadastro junto à Secretaria de Agricultura e Abastecimento, no sistema Gedave. O site para a obter a autorização é: sigam.ambien************Na plataforma também estão disponíveis listas de abelhas nativas sem ferrão do estado de São Paulo e de plantas melíferas, além de um manual do meliponário, com orientações para o preenchimento do cadastro. A criação de abelhas no estado de São Paulo ocorre tanto em áreas rurais quanto em quintais urbanos, desempenhando um papel fundamental na polinização da produção agrícola, em áreas de reflorestamento e também em jardins e espaços verdes urbanos. Esse serviço ecossistêmico conecta diferentes elos da cadeia produtiva, do campo à cidade, reforçando a interdependência entre agricultura, biodiversidade e sociedade.A regularização da cadeia é um passo essencial para valorizar as boas práticas agrícolas e apícolas, reconhecer o papel de cada ator envolvido — produtores rurais, meliponicultores, técnicos e órgãos públicos — e promover um ambiente de confiança e cooperação. Garantir a coexistência harmoniosa entre agricultura e apicultura é estratégico para que o setor assegure não apenas a produtividade das lavouras, mas também uma oferta contínua, segura e sustentável de mel e outros produtos, fundamentais para a economia, o meio ambiente e a segurança alimentar.FONTE: Associação Brasileira De Estudos Das Abelhas
Temos um grupo de estudos das abelhas. Interessados entrar em contato
Gostaria de fazer parte
Cientistas descobriram que o veneno de abelha contém uma substância chamada melitina, capaz de destruir células de câncer de mama agressivo em menos de 60 minutos, em testes de laboratório.O estudo, conduzido por pesquisadores do Harry Perkins Institute of Medical Research (Austrália) e publicado na revista NPJ Precision Oncology, revelou que a melitina ataca a membrana das células cancerígenas e bloqueia os receptores de crescimento responsáveis por torná-las tão resistentes, como o HER2 e o triplo negativo.O mais surpreendente é que, nas doses certas, o veneno mostrou pouco ou nenhum dano às células saudáveis. Apesar dos resultados promissores, os cientistas alertam: a pesquisa ainda está em fase experimental e não deve ser usada como tratamento.Ainda assim, a natureza mostra novamente seu poder e sabedoria.Da colmeia à cura, um lembrete de que as respostas muitas vezes estão nos lugares mais simples da Terra.
A descoberta da abelha com chifres 'diabólicos' e batizada de 'Lucifer' por cientistaNa Austrália!Cientistas australianos descobriram uma nova espécie nativa de abelha com chifres minúsculos — e deram a ela um nome demoníaco.Os pesquisadores encontraram a Megachile lucifer enquanto observavam uma rara flor silvestre que só cresce nas montanhas Bremer, na região de Goldfields, no oeste da Austrália, a 470 quilômetros a leste de Perth.Os chifres — considerados muito "proeminentes" — aparecem apenas nas fêmeas e podem servir como mecanismo de defesa, para coletar pólen ou néctar, ou ainda para reunir materiais como resina para construir ninhos.A pesquisadora que liderou o estudo contou que se inspirou no nome Lucifer porque estava assistindo à série da Netflix de mesmo nome na época. Ela acrescentou que essa é a primeira nova integrante desse grupo de abelhas em 20 anos."A fêmea tinha esses incríveis chifrinhos no rosto", afirma Kit Prendergast, da Curtin University."Enquanto escrevia a descrição da nova espécie, eu estava vendo a série Lucifer, e o nome simplesmente caiu como uma luva. Também sou grande fã do personagem da Netflix, então foi uma decisão fácil."Lucifer — que significa "portador da luz", em latim — também faz referência à importância de jogar luz sobre a necessidade de melhor conservação das abelhas nativas e de maior compreensão sobre como plantas ameaçadas são polinizadas, explicou ela.O artigo, publicado no Journal of Hymenoptera Research, também pede que a área onde a nova espécie de abelha e as raras flores silvestres foram encontradas seja "formalmente protegida e registrada como uma zona de conservação que não possa ser desmatada".
Preciso recuperar minha conta , perdi o número do Cell antigo e não lembro da senha de acesso ! (75) 9****-9021 Rafael @sitio.t*******.7
Clicar em Suporte Técnico no menu que você consegue recuperar.
Sou acadêmico de TI no Alto Vale do Itajaí e estou em fase de definição do meu TCC. Tenho interesse em desenvolver um projeto relacionado à apicultura, especialmente voltado para tópicos que ainda não possuem tanta visibilidade ou que carecem de soluções tecnológicas. Se alguém tiver sugestões de temas, problemas recorrentes ou ideias de estudos que poderiam ser desenvolvidos, ficarei muito grato em ouvir.
Pessoal, acabei confundindo os termos no post anterior. Meu interesse principal é na meliponicultura
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